Nunca houve (e talvez nunca haverá) uma sexta feira tão escura quanto aquela.

O silêncio dos pássaros, o tremor nos corações, o mundo perdeu a cor e com ela o maior amor que andou por essa terra.

No céu, a proclamação de um pecado consumado. A morte do unigênito por um povo de coração escuro que ao messias haviam negado.

Um grito. Um suspiro. O Fim.

O véu se rasga e os olhos se abrem. MATAMOS O FILHO DE DEUS!

E ao contrário do que contam as fábulas, o inferno não se alegrou. Ruiu em desespero pois sabia que aquele era o preço capaz de comprar o povo pecador.

Com as chaves da morte em mãos, o Cristo haveria de ressuscitar e assim libertar todo aquele que nele crer e então a destra do pai se assentar.

E até nos dias de hoje, o sacrifício do Deus Homem ecoa.
Uma sexta feira escura como nenhuma outra.
Uma sexta feira escura para que não haja nenhuma outra.

Texto retirado da pagina @louvornapracavespasiano

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